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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Episódio final de CSI ganha seu primeiro vídeo promocional!

O fim está próximo, mas não sem antes matarmos saudades de alguns rostos que fizeram história nessa série que é uma das mais clássicas de investigação criminal na televisão. O CSI original — CSI: Las Vegas ou CSI: Investigação Criminal — está chegando ao fim, com um especial de duas horas que será exibido no final deste mês de setembro, reunindo o elenco antigo, como Gil Grisson (William Petersen) e Catherine Willows (Marg Helgenberger), com os que ainda permanecem na série.

Confira o primeiro vídeo promocional que saiu nesta segunda, dia 14:



O episódio especial duplo que encerra a saga de CSI passa em 27 de setembro na televisão americana. E você, ansioso por essa reunião?

quinta-feira, 30 de julho de 2015

7 mentiras que aprendemos a acreditar com séries de investigação criminal

A série CSI – Investigação Criminal aterrissou nas telinhas mundiais no ano 2000. De lá para cá, aprendemos muita coisa sobre a análise de assassinatos e a resolução de crimes inacreditáveis. E isso foi reforçado ainda mais com seus spin-offs, CSI: Miami CSI: NY.
Esse filão, entretanto, possui inúmeros outros representantes. NCISDexterWhitout a Trace,Cold CaseCriminal Minds e Monk se aproveitaram do sucesso da serialização de investigações criminais para contar histórias interessantes dentro do universo policial. Porém, até mesmo clássicos anteriores, como Arquivo X e Law and Order, mostram investigações complexas para solucionar casos que desafiam a polícia.
Mas será que eles são realistas? A investigadora forense Paige Green desmistificou várias bobagens mostradas na TV e nós selecionamos sete dessas mentiras que assimilamos como verdades ao longo de nossas vidas assistindo aos seriados de televisão.

1. Testes de DNA são rápidos

Na verdade, testes dessa natureza levam bastante tempo para serem conclusivos. Ainda que a tecnologia chamada RapidDNA prometa resultados em até 90 minutos, a quantidade de exames que a polícia necessitaria fazer atrasaria um parecer final sobre o caso. Além disso, o RapidDNA ainda não é aprovado pelo FBI e nem é compatível com o seu banco de dados.

2. Impressões digitais são facílimas de serem coletadas

Ainda que o recurso ajude a solucionar diversos crimes mundo afora, conseguir coletar uma digital perfeita é um trabalho bastante complicado. Você se lembra de quando foi cadastrar as suas ao fazer seu RG? Foi necessário todo um cuidado e um trabalho para elas não borrarem. Agora imagina um bandido que está com a adrenalina a mil segurando uma arma? Além da superfície não ser das melhores para as impressões digitais ficarem “impressas”, a probabilidade de elas saírem apenas parciais ou borradas é gigante.

3. Sangue brilha na luz ultravioleta

Isso é mais um recurso televisivo para facilitar os enredos das histórias contadas. Apesar disso, a luz ultravioleta pode ajudar a detectar diversos outros fluídos corporais na cena do crime: sêmen, urina, saliva e leite materno brilham sob a incidência de seus raios.
“Mas e o luminol?”. Se você pensou nesse produto, mostra que está muito mais familiarizado que a maioria dos telespectadores: você é um assíduo investigador criminal de sofá! O luminol, de fato, faz o sangue brilhar com uma cor azulada, porém ele não é totalmente eficiente. É necessária uma escuridão quase total para isso acontecer – e o brilho dura apenas alguns segundos.

4. Investigadores forenses são “celebridades”

Em muitas dessas séries, vemos os investigadores forenses como uma figura de autoridade. São os "bambambam" da polícia e chegam às cenas de crime para solucionar qualquer caso. No entanto, segundo a própria investigadora forense norte-americana Paige Green, a maioria desses profissionais sequer é habilitada a carregar armas, por exemplo. Normalmente eles são técnicos responsáveis por coletar e analisar as provas – muitas vezes, tendo o salário menor do que as séries poderiam levar a imaginar e estando não tão acima assim na cadeia hierárquica de um departamento policial.

5. Analistas forenses sabem tudo de tudo

Tirando os personagens como Fox Mulder e Dana Scully, de Arquivo X, a maioria dos especialistas forenses não tem o conhecimento de tudo, como é mostrado na televisão. Normalmente, uma pessoa se especializa em apenas um ramo da investigação criminal. Saber todos os detalhes de todos os crimes e com todas as variantes possíveis são artifícios usados apenas na ficção.

6. O trabalho forense é pouco burocrático

Os seriados focam os investigadores forenses com suas vidas corridas, trabalhos complexos e muitos mistérios. Porém, eles não dão muita ênfase a uma parte dessa realidade: papel sobre papel, burocracia sobre burocracia e horas de investigação dentro do escritório. Toda prova coletada precisa ser selada, registrada, carimbada, avaliada e rotulada (citando um trecho de “Plunct Plact Zum”) para ter algum valor. Isso requer horas e mais horas de trabalho extremamente burocrático.

7. Sangue espirra para todos os lados

Cenas criminais na ficção mostram sangue espalhado do chão ao teto, mas isso é muito difícil de acontecer. Mesmo em casos com diversas facadas ou vários tiros, algumas vítimas morrem antes de perder muito sangue. O cenário ensanguentado da ficção ajuda a deixar a narrativa dos seriados mais atraente e prende mais a atenção dos telespectadores. Apenas traumatismo craniano e artérias cortadas jorram muito sangue – mas ainda assim, não é como vemos nas telinhas.

quinta-feira, 12 de março de 2015

CSI quebra recorde do Guinness como maior transmissão simultânea mundial

CSI conseguiu quebrar um recorde do Guinness, estabelecendo-se como a "Maior Série de Drama para TV Transmitida Simultaneamente", sendo exibida em 171 países no último 4 de março, que foi promovido como o “Dia Mundial CSI”.



O episódio exibido no mundo todo, inclusive no Brasil pelo AXN, foi o intitulado “Kitty”, que apresenta a equipe de CSI: Cyber, nova série derivada de CSI: Las Vegas. O episódio foi exibido originalmente nos Estados Unidos em abril do ano passado. A grande transmissão simultânea marcou a comemoração dos 15 anos da franquia.

O recorde anterior desse título no Guinness era de Doctor Who, que, na comemoração dos 50 anos de seu aniversário, teve uma transmissão exibida em 98 países simultaneamente, em novembro de 2013.

Agora resta saber se Game of Thrones, que já anunciou a estreia de sua quinta temporada para 170 países simultaneamente, vai conseguir quebrar esse recorde de CSI.

Fonte: Variety

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Emissora erra — ou não — e anuncia fim de temporada de CSI como final da série

Um suposto erro da emissora americana CBS pode estar revelando os planos do canal para CSI — ou pode ter sido apenas um deslize sem maiores intenções. O fato é que, na noite da última terça (10), foi divulgado em peças promocionais que o próximo episódio de CSI, que seria um final de temporada, na verdade, será o fim da série.



Em outra captura de tela, um telespectador registrou que a sinopse oferecida pela operadora de televisão a cabo também dizia “series finale” e não “season finale”.



A CBS não deu uma declaração oficial à imprensa, mas Chris Ender, executivo do canal, foi ao Twitter extraoficialmente para tentar esclarecer a situação: “Queridos tagarelas do Twitter. O anúncio do episódio de CSI deste fim de semana erroneamente dizia ‘series finale’. É ‘season finale’”.

Respondendo a um de seus seguidores, o executivo disse: “Nunca cancelaríamos uma série em um comercial cinco dias antes de ir ao ar, especialmente uma que tem sido tão importante para a emissora.”

Entre as conversas de fãs e da imprensa pelo Twitter, uma se destacou: a do Cancellation Bear, ou “urso do cancelamento”, uma conta de humor mantida pelo site TV by the Numbers, que analisa diariamente as audiências dos seriados na televisão americana e, com base nesses números, faz previsões de cancelamento ou renovação.

Afeito a frases sarcásticas a todo o momento, o "urso" não perdeu a chance de fazer uma tirada com esse caso de CSI: “Falha freudiana no comercial ou não, não se engane, CSI está acabada.” Não muito tempo depois, a conta oficial dos roteiristas de CSI deu sua resposta: “Ai, Cancellation Bear, podemos ser velhos, mas ainda podemos correr mais do que você!”
Será?
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