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terça-feira, 7 de abril de 2015

Retorno de Twin Peaks não terá David Lynch

Retorno de Twin Peaks não terá David Lynch

Série de sucesso dos anos 90 receberá novos episódios no ano que vem

Os fãs de Twin Peaks ficaram contentes com o retorno da série depois de 25 anos, mas uma reviravolta interna pode afetar a nova temporada da atração.

Depois de alguns rumores surgirem na mídia, David Lynch, co-criador da série dos anos 90, confirmou sua saída do projeto. Através de comunicado pelas redes sociais, o cineasta confirmou que o revival continua em ação, mas não contará mais com ele.

De fato, um dos grandes atrativos da nova temporada foi o jeito único de David Lynch – uma mistura do bizarro e pesadelo surreal com um lado de humor inexpressivo – que tornou a série um hit.
Logo após o comunicado de David Lynch, a emissora se pronunciou: “Ficamos tristes ao ler a declaração de David Lynch hoje pois acreditávamos que estávamos trabalhando em prol de soluções com David e seus representantes sobre os poucos pontos do acordo restantes. A Showtime também ama o mundo de Twin Peaks e nós continuamos a manter a esperança de que podemos trazê-lo de volta em toda a sua glória com os seus dois criadores extraordinários, David Lynch e Mark Frost, à sua frente.”
Além de Frost, que permanece no projeto, Kyle MacLachlan também retorna como o agente Dale Cooper, enquanto Sheryl Lee e Dana Ashbrook voltam como Laura Palmer e Bobby, respectivamente.
Será que ainda há razões para o retorno de Twin Peaks sem David Lynch?
Fonte: Screen Rant

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Showtime renova House of Lies para 5ª temporada



Com dois episódios a menos que o habitual, quinto ano da série estreia em 2016.

House of Lies

A Showtime vai trazer para mais uma temporada a queridinha das premiações, House of Lies.

A rede de TV a cabo AMERICANA anunciou nesta terça-feira que a comédia de Don Cheadle irá retornar para uma quinta temporada em 2016.

A renovação, que o presidente da rede David Nevins aludiu durante o Television Critics Association Press Tour, em janeiro, será de 10 episódios de meia hora – dois a menos do padrão corridas de 12 episódios da série. Não está claro se a quinta temporada da comédia será a última.

“Quando você tem um conjunto de atores talentosos liderados por Don Cheadle e um roteiro inteligente, mordaz, liderado pelo showrunner Matthew Carnahan, você espera algo especial, que House of Lies proporciona para nós a cada temporada”, disse o vice-presidente da emissora, Gary Levine, sobre a série que também é estrelada por Kristen Bell, Ben Schwartz e Josh Lawson.

Em sua quarta temporada, que terminou domingo, House of Lies teve uma média de 583 mil espectadores no total. Os números baixos são compensados pela performance resistente no DVR e durante a temporada de premiações, onde Cheadle ganhou três indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro.

Das comédias da Showtime, apenas Episodes aguarda uma renovação – com Nevins indicando também em janeiro que esperava que a série estrelada por Matt LeBlanc volte para uma quinta temporada.

House of Lies se junta a anteriormente renovada Shameless – que mais uma vez vai competir como uma comédia no Emmy – na grade da rede da TV fechada, juntamente com as estreantes Happyish e Dice. A veterana Nurse Jackie também garantiu a sétima e última temporada.

A terça-feira foi recheada de renovações, com o anúncio da quinta temporada de New Girl pela FOX, e do quarto ano de The Americans pela FX.

No Brasil, a série é exibida pela HBO.

Fonte: THR

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Séries britânicas, australianas e israelenses ganham remakes norte-americanos

Credito: Showtime/divulgação

Com orçamento astronômico e audiência recorde, o mercado norte-americano de séries televisivas tem folego suficiente para ir além dos roteiros originais. Assim como acontece com a indústria cinematográfica, todos os anos os conglomerados de televisão apostam em adaptações de livros, episódios históricos e versões de séries estrangeiras. Alguns remakes estão acessíveis para o público brasileiro, como Homeland (baseada na israelense Hatufim, exibida pelo canal pago FX e pela TV Globo), The Office (adaptada do seriado britânico homônimo) e House of cards (inspirado em romance e minissérie britânica). As duas últimas estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming Netflix.



No próximo dia 23, entra para o cardápio The killing – Além de um crime, versão do seriado dinamarquês Forbrydelsen. O remake gira em torno da investigação do assassinato de uma adolescente e a tentativa da família em lidar com a perda. Cada episódio corresponde a um dia, semelhante à proposta da série policial 24 horas.

Entre as apostas para o futuro, está Utopia, adaptação de série britânica que será produzida pelo canal HBO e dirigida por David Finch.  A trama acompanha um grupo de pessoas detentores da continuação de uma conceituada graphic novel, que supostamente teria previsto desastres. Enquanto tentam evitar novos acidentes, são perseguidos por uma organização. Ainda não há data para estreia. Outra versão norte-americana em fase de produção pela Fox é Luther, cujo protagonista é um detetive criminal descrito como gênio e de comportamento violento. Vai ao ar em 2016.


+REMAKES AMERICANOS

Shameless, exibida pelo canal pago I.Sat:
Comédia dramática ambientada em Chicago, a série gira em torno da família disfuncional de Frank Gallagher, um pai solteiro com seis filhos. Enquanto ele passa a maior parte do tempo bêbado, os filhos aprendem a tomar conta de si mesmos. À medida que as temporadas avançam, o seriado fica cada vez menos cômico e mais dramático, tratando de questões como homossexualismo, pobreza e delinquência.

House of cards, no Netflix:
Frank Underwood é um político ambicioso que almeja altos cargos públicos em Washington, nos Estados Unidos. Depois de ter perdido o cargo de secretário de estado para outra pessoa, o deputado arma grande trama em busca de poder, sem nenhum escrúpulos. Desde a primeira temporada o seriado é aclamado pela crítica e tem altos índices de audiência.

The office, no Netflix:
A série de comédia em formato de pseudodocumentário retrata o cotidiano dos funcionários de um escritório da empresa fictícia Dunder Mifflin Paper Company. Para simular o visual de um documentário verdadeiro, a série é filmada com uma única câmera, sem a presença de características comuns a uma sitcom como plateia no estúdio ou risadas gravadas.

Homeland, na Netflix:
Narra a história de Carrie Mathison, uma oficial de operações da CIA que passou a acreditar que um fuzileiro americano, o sargento Nicholas Brody, ex- prisioneiro de guerra da Al-Qaeda, passou para o lado inimigo. Para ela, ele representa um significativo risco à segurança dos Estados Unidos. Ao lado de um parceiro de trabalho, Carrie tenta impedir ações terroristas por parte de Brody.

Sessão de terapia, na GNT:
A série israelense BeTipul foi adaptada para vários países, incluindo Estados Unidos e Brasil. A versão norte-americana, estrelada por Gabriel Byrne, foi encerrada em 2014. O remake nacional, dirigido por Selton Mello, é um misto das duas versões, e conta o drama de um psicanalista, Theo Cecatto, e de seus pacientes. Cada episódio corresponde a uma sessão de terapia, com pessoas diferentes.

fonte:Showtime
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